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Conheça a angiotomografia de artérias coronárias

Cerca de 300 mil pessoas sofrem infartos todos os anos no Brasil e o ataque cardíaco é fatal em 30% dos casos, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

O infarto agudo do miocárdio ocorre quando o coração deixa de receber a irrigação sanguínea em função da obstrução das artérias coronarianas por placas de gordura.

As artérias coronarianas são os vasos responsáveis por levar o sangue ao músculo cardíaco. Se há obstruções por placas de gordura, a circulação fica prejudicada e pode ocorrer a morte das células cardíacas, causando o infarto.

Para avaliar se as artérias estão obstruídas, os médicos podem realizar exames funcionais como um teste ergométrico, ou exames anatômicos, como o cateterismo e a angiotomografia coronariana.

A angiotomografia é considerada uma alternativa menos invasiva e mais segura para o paciente que tem alguma suspeita de doença arterial coronariana.

Neste post vamos lhe mostrar:

  • O que é angiotomografia coronariana;
  • Em que situações o exame é recomendado;
  • Como funciona o exame.

O que é a angiotomografia coronariana?

A angiotomografia é um exame que possibilita a visualização de placas de gordura e de cálcio dentro das artérias. Com isso, é possível ver se esses vasos sanguíneos estão com sua função comprometida pela presença das obstruções pela gordura. 

O exame garante uma visualização tridimensional (3D) e permite a verificação até de mínimas calcificações causadas pelo excesso de placas de gordura calcificadas dentro das artérias.

Em que situações o exame é recomendado?

A angiotomografia de artérias coronarianas pode ser solicitada pelo médico cardiologista em determinadas situações:

  • em pessoas que apresentem sintomas de alguma doença do coração na qual haja suspeita de obstrução das artérias coronárias;
  • também para pacientes que já sabem ter obstrução em artérias coronárias e precisam de acompanhamento;
  • e ainda para aqueles que passaram por angioplastia ou cirurgia e precisam de avaliação do funcionamento dos seus stents ou pontes de safena implantadas.

 

Como funciona o exame?

O procedimento é muito simples e feito com você acordado, já que é um procedimento não invasivo.

A obtenção das imagens pelo aparelho de tomografia é muito rápida e, em geral, é feita em poucos segundos. Entretanto, prepare-se para passar aproximadamente uma hora na clínica, para que todo o processo seja concluído. No aparelho de tomografia em si, você deverá ficar menos de 10 minutos.

O exame envolve a utilização de contraste, portanto, você será questionado se sabe ser alérgico a algum tipo de contraste. Para a realização do exame, o técnico puncionará uma veia em seu braço (como quando faz um soro na veia). Através desta veia, será possível injetar o contraste, que permitirá visualizar as artérias nas imagens da tomografia.

Serão posicionados eletrodos no seu tórax, permitindo assim acompanhar os batimentos cardíacos durante todo o procedimento. O exame é feito com você deitado na maca do aparelho de tomografia.

Terminado o exame, você pode retomar suas atividades normais do dia a dia.

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Já conhecia este tipo de exame? Viu como ele pode ser uma opção rápida e eficiente para avaliação das suas artérias coronárias? Deixe seu comentário aqui no post.

4 situações em que é melhor dar um tempo na atividade física

Quando se pensa em exercício físico, logo se associa à saúde, bem estar e mais energia. Mas em alguns momentos específicos é preciso parar e avaliar se é necessário dar um tempo na atividade física, para garantir a continuidade dos seus benefícios e da sua qualidade de vida.

Você sabe em que situações é melhor dar uma parada, ou ao menos reduzir o ritmo das práticas? Neste post vamos lhe mostrar 4 circunstâncias em que isso acontece:

1- Uma gravidez com exigência de cuidados especiais

A dúvida aqui não é se grávida pode ou não praticar exercícios físicos, já que, de modo geral, os médicos recomendam as atividades durante a gestação, para o bem estar,tanto da mãe quanto do bebê.

A questão é que a gravidez envolve muitas situações específicas para o corpo, por isso, mesmo quem já treina há bastante tempo deve adequar seus exercícios a esse momento especial da vida.

Às vezes, é preciso sim dar uma parada. Isso porque existem determinadas circunstâncias que podem inviabilizar totalmente as ações esportivas nesse período, como por exemplo, sangramentos vaginais, descolamento de placenta, risco de parto prematuro.

Por isso, quando receber o positivo no exame de gravidez, o mais importante é ter o acompanhamento do médico, para que ele possa avaliar se no seu caso, a atividade física será benéfica, ou se você se enquadra em alguma condição especial, onde é melhor dar um tempo nos treinos.

2- Um caso de lesão muscular

Quando há alguma lesão muscular, muita gente ainda fica insegura, se é melhor insistir em treinar e cumprir a meta do dia, mesmo com dor, ou ficar parado para se recuperar. A maioria dos especialistas recomenda mesmo parar um tempo quando houver lesão.

Primeiro, é importante saber que existem diversos tipos de lesões: estiramento, distensão, contusão e ruptura, com diferentes graus de prejuízos para os músculos, dependendo do nível da ruptura das fibras musculares.

Mas, em todos os níveis, o procedimento ideal para a recuperação é o repouso.

Sabemos que para quem está acostumado ao esporte é difícil ficar parado enquanto os amigos estão lá treinando na academia, jogando em alguma quadra ou correndo na rua! E ficar sem treinar, para muitos pode significar perder massa muscular e perder performance.

Mas insistir no treino nessas condições pode se transformar em uma perda muito maior, ao gerar uma lesão muito mais grave e que impossibilite as práticas por tempo indeterminado e leve até mesmo a necessidade de cirurgias e outros procedimentos. Voltar aos treinos de forma precipitada, sem ter a avaliação e liberação de um médico, também pode trazer grandes prejuízos físicos.

Depois, quando estiver liberado para retornar, lembre-se de pegar leve no começo! Nada de querer voltar no mesmo ritmo de antes. É importante ter um reinício gradativo, para que o músculo lesionado se readapte aos poucos.

3- Uma doença respiratória

No caso de alguma doença respiratória, o primeiro passo é saber diferenciar quando se está com uma gripe, que derruba a pessoa e a coloca de cama, de um resfriado, bem mais simples, e que permite a manutenção das rotina.

Pra quem está somente com o coriza no nariz, um pouco de tosse ou dor de cabeça, até pode ser feita uma prática esportiva moderada. Mas se estiver com febre e alguma uma infecção o ideal mesmo é o repouso para logo garantir a recuperação do organismo.

Quando o quadro é de uma infecção, o organismo já está usando toda sua energia para lutar contra os vírus ou bactérias. Por isso, quando estiver com uma doença respiratória infecciosa, o melhor mesmo é dar um tempo na academia e no esporte. Pois se insistir, poderá deixar o organismo ainda mais debilitado e abrir espaço para infecções ainda mais sérias.

Na hora de retomar os treinos, essa volta deve ser gradativa. Se o tempo de recuperação for maior que duas a três semanas, o ideal é que a atividade seja resumida a um nível bastante leve, para compensar a pequena perda de treinamento durante este período.

4 – O cansaço tomou conta

Quem está muito cansado, sem ânimo para o exercício, deve avaliar se isso não é um sintoma que está exagerando nos treinos e precisa reduzir o ritmo. É importante respeitar os limites do corpo e uma falta de vontade de malhar pode ser um aviso que é hora de dar uma parada para não trazer mais prejuízos do que benefícios para a saúde.

Aqui é um momento de avaliar a rotina de treinos e verificar se agenda de exercícios está mesmo adequada ao seu corpo e a sua disponibilidade de tempo. Será que não é preciso reavaliar a modalidade escolhida? A falta de motivação pode ser apenas um gatilho para repensar suas escolhas e voltar depois com total disposição!

E você, já teve que parar seus treinos por algum motivo? Que efeito essa parada teve na sua vida? Conte pra gente aqui nos comentários.