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exposição adequada ao sol

Esclareça suas dúvidas sobre a vitamina D

A vitamina D é uma substância importante para diversas funções no nosso organismo. A questão é que muita gente tem diversas dúvidas a respeito de como obter essa vitamina para o corpo de maneira adequada e segura.

Devo me expor ao sol? Com ou sem filtro solar e em quais horários? Ou devo somente ingerir determinados alimentos e suplementos? Estas são apenas algumas das muitas perguntas que surgem constantemente sobre esse assunto.

Por isso, neste post vamos falar porque a vitamina D é importante para o organismo, quais a consequências de sua deficiência, e as maneiras de obter essa vitamina de modo seguro.

Por que a vitamina D é importante para o organismo?

A vitamina D é um nutriente que é ativado na pele e nos rins com funções essenciais no ser humano, como a formação e manutenção dos ossos, absorção de cálcio e funcionamento adequado de uma série de órgãos. A sua falta pode levar a perda de densidade óssea, que pode contribuir para osteoporose e fraturas.

A maioria das pessoas vai perceber sintomas dessa deficiência somente lá pela terceira idade, por isso é importante começar um acompanhamento da quantidade dessa substância no organismo desde quando se é jovem. Isso é facilmente detectado por um exame de sangue solicitado por um médico.

Algumas pessoas estão mais sujeitas a ter deficiência de vitamina D:

  •  pacientes que já fizeram cirurgia bariátrica e por isso tem uma má absorção da vitamina no intestino,
  • indivíduos acima de 65 anos, que já não produzem mais a mesma quantidade de vitamina D do que quando eram jovens, por conta da redução da espessura da pele exposta,
  • pessoas de pele negra, pois quanto mais melanina, menos absorção de raios UVB do sol e menos vitamina D produzida,
  • usuários regulares de medicamentos que interfiram na sintetização na vitamina.

Quais as formas de obter a vitamina D?

As duas principais maneiras de conseguir vitamina D são por exposição da pele ao sol e por meio de ingestão de suplementos. Alguns alimentos também são fonte, no entanto, não fornecem as quantidades mínimas suficientes de que o corpo precisa.

O sol

O corpo naturalmente produz vitamina D após a exposição ao sol. Mas o que seria uma opção fácil de obter a substância para o organismo exige também bastante bom senso, já que do mesmo modo que ajuda a produção da vitamina D, o sol também pode levar ao envelhecimento da pele e ao câncer da pele.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia incentiva a exposição direta de áreas cobertas, como pernas, costas, barriga, ou ainda palmas e plantas, por 5 a 10 minutos todos os dias, com o objetivo de sintetizar vitamina D.

De acordo com um estudo da SBD, essa exposição ao sol pode ser feita inclusive com o uso de protetor solar, sem que seja afetada a síntese da vitamina D na pele.

Conforme responsáveis pelo estudo, a síntese de vitamina D depende de doses muito baixas de UVB em pequenas áreas do corpo. Assim, a radiação solar pode atingir a pele através do vestuário leve e couro cabeludo, além de áreas que não são completamente cobertas pelo filtro solar.

Por isso, a SBD mantém a recomendação de uso de fotoprotetores para a exposição moderada ao sol, que é considerada mais segura para a pele fora dos horários de pico do UVB (entre 10h e 16h).

exposição adequada ao sol

Os alimentos

A vitamina D está presente em alimentos como alguns peixes mais gordurosos (salmão, atum, sardinha), cogumelo shitake e no ovo. No entanto, as quantidades fornecidas por esses alimentos são consideradas insuficientes para atingir os níveis mínimos diários de necessidade de vitamina.

salmão fonte de vitamina D

Os suplementos

Como é necessário cautela com o sol como fonte de vitamina D e os alimentos não fornecem o necessário, em muitas situações de deficiência da substância no organismo, a solução passa a ser a ingestão de suplementos.

A suplementação é especialmente importante para aqueles casos onde há dificuldades para sintetização natural da vitamina D, como já citamos: pessoas na terceira idade, com cirurgia bariátrica, de pele negra e que utilizam determinados medicamentos.

Mas é importante lembrar que a reposição oral de vitamina D só deve ser utilizada em casos onde há a deficiência da vitamina e sempre com a orientação de um médico.

A sobrecarga de vitamina D somente é causada pela suplementação, já que a demasiada exposição ao sol não causa intoxicação por vitamina D, porque o corpo limita a quantidade de vitamina que produz.

suplementação de vitamina D

A vitamina D tem bastante importância para o organismo e sua absorção é feita principalmente pela pele. Mas é preciso ter cuidado com a exposição ao sol para não ter outras doenças.

A orientação médica é fundamental em cada caso, para ver qual a melhor maneira daquele indivíduo obter a vitamina D e se a suplementação é necessária.

Conseguiu esclarecer suas dúvidas sobre esse assunto? Comente aqui e conte pra gente se quer saber mais a respeito.

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Conheça a angiotomografia de artérias coronárias

Cerca de 300 mil pessoas sofrem infartos todos os anos no Brasil e o ataque cardíaco é fatal em 30% dos casos, de acordo com dados do Ministério da Saúde.

O infarto agudo do miocárdio ocorre quando o coração deixa de receber a irrigação sanguínea em função da obstrução das artérias coronarianas por placas de gordura.

As artérias coronarianas são os vasos responsáveis por levar o sangue ao músculo cardíaco. Se há obstruções por placas de gordura, a circulação fica prejudicada e pode ocorrer a morte das células cardíacas, causando o infarto.

Para avaliar se as artérias estão obstruídas, os médicos podem realizar exames funcionais como um teste ergométrico, ou exames anatômicos, como o cateterismo e a angiotomografia coronariana.

A angiotomografia é considerada uma alternativa menos invasiva e mais segura para o paciente que tem alguma suspeita de doença arterial coronariana.

Neste post vamos lhe mostrar:

  • O que é angiotomografia coronariana;
  • Em que situações o exame é recomendado;
  • Como funciona o exame.

O que é a angiotomografia coronariana?

A angiotomografia é um exame que possibilita a visualização de placas de gordura e de cálcio dentro das artérias. Com isso, é possível ver se esses vasos sanguíneos estão com sua função comprometida pela presença das obstruções pela gordura. 

O exame garante uma visualização tridimensional (3D) e permite a verificação até de mínimas calcificações causadas pelo excesso de placas de gordura calcificadas dentro das artérias.

Em que situações o exame é recomendado?

A angiotomografia de artérias coronarianas pode ser solicitada pelo médico cardiologista em determinadas situações:

  • em pessoas que apresentem sintomas de alguma doença do coração na qual haja suspeita de obstrução das artérias coronárias;
  • também para pacientes que já sabem ter obstrução em artérias coronárias e precisam de acompanhamento;
  • e ainda para aqueles que passaram por angioplastia ou cirurgia e precisam de avaliação do funcionamento dos seus stents ou pontes de safena implantadas.

 

Como funciona o exame?

O procedimento é muito simples e feito com você acordado, já que é um procedimento não invasivo.

A obtenção das imagens pelo aparelho de tomografia é muito rápida e, em geral, é feita em poucos segundos. Entretanto, prepare-se para passar aproximadamente uma hora na clínica, para que todo o processo seja concluído. No aparelho de tomografia em si, você deverá ficar menos de 10 minutos.

O exame envolve a utilização de contraste, portanto, você será questionado se sabe ser alérgico a algum tipo de contraste. Para a realização do exame, o técnico puncionará uma veia em seu braço (como quando faz um soro na veia). Através desta veia, será possível injetar o contraste, que permitirá visualizar as artérias nas imagens da tomografia.

Serão posicionados eletrodos no seu tórax, permitindo assim acompanhar os batimentos cardíacos durante todo o procedimento. O exame é feito com você deitado na maca do aparelho de tomografia.

Terminado o exame, você pode retomar suas atividades normais do dia a dia.

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Já conhecia este tipo de exame? Viu como ele pode ser uma opção rápida e eficiente para avaliação das suas artérias coronárias? Deixe seu comentário aqui no post.

4 situações em que é melhor dar um tempo na atividade física

Quando se pensa em exercício físico, logo se associa à saúde, bem estar e mais energia. Mas em alguns momentos específicos é preciso parar e avaliar se é necessário dar um tempo na atividade física, para garantir a continuidade dos seus benefícios e da sua qualidade de vida.

Você sabe em que situações é melhor dar uma parada, ou ao menos reduzir o ritmo das práticas? Neste post vamos lhe mostrar 4 circunstâncias em que isso acontece:

1- Uma gravidez com exigência de cuidados especiais

A dúvida aqui não é se grávida pode ou não praticar exercícios físicos, já que, de modo geral, os médicos recomendam as atividades durante a gestação, para o bem estar,tanto da mãe quanto do bebê.

A questão é que a gravidez envolve muitas situações específicas para o corpo, por isso, mesmo quem já treina há bastante tempo deve adequar seus exercícios a esse momento especial da vida.

Às vezes, é preciso sim dar uma parada. Isso porque existem determinadas circunstâncias que podem inviabilizar totalmente as ações esportivas nesse período, como por exemplo, sangramentos vaginais, descolamento de placenta, risco de parto prematuro.

Por isso, quando receber o positivo no exame de gravidez, o mais importante é ter o acompanhamento do médico, para que ele possa avaliar se no seu caso, a atividade física será benéfica, ou se você se enquadra em alguma condição especial, onde é melhor dar um tempo nos treinos.

2- Um caso de lesão muscular

Quando há alguma lesão muscular, muita gente ainda fica insegura, se é melhor insistir em treinar e cumprir a meta do dia, mesmo com dor, ou ficar parado para se recuperar. A maioria dos especialistas recomenda mesmo parar um tempo quando houver lesão.

Primeiro, é importante saber que existem diversos tipos de lesões: estiramento, distensão, contusão e ruptura, com diferentes graus de prejuízos para os músculos, dependendo do nível da ruptura das fibras musculares.

Mas, em todos os níveis, o procedimento ideal para a recuperação é o repouso.

Sabemos que para quem está acostumado ao esporte é difícil ficar parado enquanto os amigos estão lá treinando na academia, jogando em alguma quadra ou correndo na rua! E ficar sem treinar, para muitos pode significar perder massa muscular e perder performance.

Mas insistir no treino nessas condições pode se transformar em uma perda muito maior, ao gerar uma lesão muito mais grave e que impossibilite as práticas por tempo indeterminado e leve até mesmo a necessidade de cirurgias e outros procedimentos. Voltar aos treinos de forma precipitada, sem ter a avaliação e liberação de um médico, também pode trazer grandes prejuízos físicos.

Depois, quando estiver liberado para retornar, lembre-se de pegar leve no começo! Nada de querer voltar no mesmo ritmo de antes. É importante ter um reinício gradativo, para que o músculo lesionado se readapte aos poucos.

3- Uma doença respiratória

No caso de alguma doença respiratória, o primeiro passo é saber diferenciar quando se está com uma gripe, que derruba a pessoa e a coloca de cama, de um resfriado, bem mais simples, e que permite a manutenção das rotina.

Pra quem está somente com o coriza no nariz, um pouco de tosse ou dor de cabeça, até pode ser feita uma prática esportiva moderada. Mas se estiver com febre e alguma uma infecção o ideal mesmo é o repouso para logo garantir a recuperação do organismo.

Quando o quadro é de uma infecção, o organismo já está usando toda sua energia para lutar contra os vírus ou bactérias. Por isso, quando estiver com uma doença respiratória infecciosa, o melhor mesmo é dar um tempo na academia e no esporte. Pois se insistir, poderá deixar o organismo ainda mais debilitado e abrir espaço para infecções ainda mais sérias.

Na hora de retomar os treinos, essa volta deve ser gradativa. Se o tempo de recuperação for maior que duas a três semanas, o ideal é que a atividade seja resumida a um nível bastante leve, para compensar a pequena perda de treinamento durante este período.

4 – O cansaço tomou conta

Quem está muito cansado, sem ânimo para o exercício, deve avaliar se isso não é um sintoma que está exagerando nos treinos e precisa reduzir o ritmo. É importante respeitar os limites do corpo e uma falta de vontade de malhar pode ser um aviso que é hora de dar uma parada para não trazer mais prejuízos do que benefícios para a saúde.

Aqui é um momento de avaliar a rotina de treinos e verificar se agenda de exercícios está mesmo adequada ao seu corpo e a sua disponibilidade de tempo. Será que não é preciso reavaliar a modalidade escolhida? A falta de motivação pode ser apenas um gatilho para repensar suas escolhas e voltar depois com total disposição!

E você, já teve que parar seus treinos por algum motivo? Que efeito essa parada teve na sua vida? Conte pra gente aqui nos comentários.

Densitometria óssea: você sabe a importância desse exame?

A densitometria óssea é um exame utilizado para detectar doenças nos ossos, como osteopenia e osteoporose. Você sabe como o exame é feito e para que pessoas ele é indicado?

Neste post, nós vamos lhe mostrar:

  • quais são os problemas que podem ocorrer nos ossos,
  • como funciona a densitometria óssea,
  • e para quem o exame é indicado.

1- Que problemas podem ocorrer nos ossos?

Quando falamos em doenças nos ossos, podemos citar a osteopenia e a osteoporose, dependendo do estágio do problema.

A osteopenia é a fase mais inicial da perda óssea. Neste etapa, a perda de cálcio costuma ser de menos de 30% nos ossos da coluna e no fêmur.

Depois de mais avançada, a perda óssea passa a ser chamada de osteoporose.

A doença costuma aparecer, principalmente, em mulheres acima de 40 anos, ou no período da menopausa. Isso acontece porque o organismo começa a produzir menos material ósseo e, por conta disso, os ossos tornam-se mais porosos e fracos.

Esta fragilidade dos ósseos pode levar a problemas graves, como fraturas, que muitas vezes ocorrem em uma simples queda dentro de casa.

2 – Como funciona a densitometria óssea?

A densitometria óssea permite a identificação da osteoporose logo em seu estágio inicial, antes mesmo de ser possível de ver em um exame de raio x.

O teste verifica a densidade mineral dos ossos, com base na concentração de cálcio.

O exame avalia a coluna lombar, o terço distal do radio (na região do punho) e nas proximidades do fêmur (na perna), pois essas são áreas mais vulneráveis ao risco de fraturas.

A densitometria é feita com aparelhos sofisticados, que utilizam a técnica de DXA (Dual-Energy X-ray Absorptiometry), com a vantagem de baixa exposição à radiação.

Além disso, é rápida, com cerca de 5 minutos, e sem dor.

3 – Para quem o exame é indicado?

Muita gente ainda pensa que só as mulheres na menopausa que devem fazer regularmente a densitometria óssea. Sim, é verdade que elas estão entre o grupo ao qual se recomenda fazer o exame.

Mas os homens também devem ficar atentos se têm algum fator de risco, como problemas na tireoide e doença reumática.

Quem faz uso contínuo de corticoides, é fumante ou sedentário também deve ficar atento. Pessoas com histórico familiar com osteopenia e osteoporose deve começar a se prevenir com regularidade.

É fundamental prestar atenção em diversos fatores, isso porque, muitas vezes, sintomas como dores nos ossos nem aparecem, e o problema só vai ser identificado quando já ocorrer alguma fratura.

Como regra geral, mulheres com mais de 65 anos e homens com mais de 70 deveriam fazer o exame periodicamente (uma vez ao ano ou a cada dois anos, dependendo da avaliação do médico).

A importância do exame

A densitometria consegue identificar a redução de massa óssea com alta precisão e de maneira muito precoce. A partir do resultado, é possível definir qual intervenção deverá ser feita para solucionar o problema de saúde.

O exame é importante, pois permite detectar precocemente algum problema nos ossos e iniciar rapidamente o tratamento adequado. Assim, evitam-se situações mais extremas de quedas, que exigem longos períodos de imobilização e inatividade, prejudicando diretamente a qualidade de vida da pessoa.

Você já fez densitometria óssea alguma vez? Ou nem sabia da importância desse tipo de exame? Conte pra gente aqui nos comentários.

 

 

Planejamento 2018: você já incluiu a sua saúde nele?

O ano começou oficialmente em janeiro, mas muita gente só consegue voltar de fato à rotina depois do início das aulas escolares e após o feriadão de carnaval.

Como agora tudo isso já passou, não dá mais para adiar e é hora de colocar em prática o seu planejamento para 2018.

Com certeza, você fez planos profissionais, financeiros, pode ter colocado metas de viagens e outras mudanças. Mas você lembrou de incluir a sua saúde nos planos para este ano?

Isto mesmo! A preocupação com a sua saúde também tem que fazer parte dos objetivos de 2018!

Para conseguir colocar em prática esse planejamento com a saúde, podemos dividir o plano de ação em 3 itens básicos: a alimentação saudável, os exercícios físicos e o acompanhamento médico.

1- Vou ter uma alimentação mais saudável:

Depois das festas de final de ano, das férias de verão e do feriadão de carnaval é hora de dar um basta nos exageros gastronômicos e partir para uma alimentação mais saudável. Pequenas mudanças no dia a dia já podem produzir grandes efeitos como reduzir sal, açúcar e gordura e aumentar o consumo de alimentos com fibras e a ingestão de mais água.

Para saber por onde começar, existem modelos de orientação como a pirâmide alimentar e ferramentas gratuitas com instruções e receitas como a plataforma Saúde Brasil do Ministério da Saúde.

Mas se você já tentou fazer isso várias vezes e não consegue incluir esses novos hábitos, uma opção é procurar uma nutricionista para traçar um plano alimentar que seja adequado para seu corpo e seu estilo de vida.

2- Vou praticar exercícios físicos:

Este é um plano clássico de começo de ano. Muita gente até faz matrícula em academias e paga plano semestrais ou anuais, mas frequenta apenas algumas aulas e depois nunca mais aparece.

Para que a prática esportiva se torne um hábito para o ano inteiro, é importante escolher algo que realmente se encaixe com o seu perfil. Não adianta entrar em um esporte coletivo super agitado se você prefere praticar um exercício sozinho e com mais calma.

Por isso, é bom lembrar que alguns cuidados são importantes antes de iniciar qualquer atividade.

3- Vou fazer consultas regulares a médicos:

Tem gente que só vai ao médico quando já está doente, sem se preocupar com uma atitude preventiva. Mas ter uma rotina anual de consultas com determinados médicos, para avaliações e prevenção, pode ser mais benéfico para sua saúde.

De modo geral, é importante fazer exames de sangue para verificação do colesterol e triglicerídeos para prevenção de doenças cardíacas, assim como o exame de glicemia em jejum para diagnosticar diabetes, que é uma uma doença de melhor controle quando descoberta precocemente.

Depois dos 50, é essencial a densitometria óssea para prevenir osteoporose, que leva ao risco de fraturas e prejudica a qualidade de vida.

Para as mulheres,  é importante incluir na rotina anual uma consulta ao ginecologista para realização do exame do papanicolau a partir dos 18 anos e a solicitação da mamografia a partir dos 40 anos.

Também não podem ser esquecidos os dermatologistas para exames de pele e os oftalmologistas para avaliar a visão.

Quais especialidade médicas e qual a frequência de consulta vai depender muito da idade de cada pessoa, do histórico familiar, entre outros fatores. Por isso, é fundamental ter um médico de confiança para lhe orientar corretamente.

Viu como é importante incluir a saúde no seu planejamento para 2018? Conte pra gente aqui nos comentários se você já tinha feito planos para ser mais saudável este ano e o que já começou a colocar em prática!

 

Quer saber o que é a colonoscopia virtual?

A colonoscopia virtual (CV) é um exame de imagem feito por tomografia computadorizada, que aparece como uma alternativa à colonoscopia tradicional, em determinadas situações. Para entender o funcionamento da técnica virtual, é importante primeiro saber como é o exame mais convencional, e para que circunstâncias eles são recomendados. Neste post, vamos lhe mostrar:

– o que é a colonoscopia,

– para que situações é recomendada,

– quais as diferenças da colonoscopia virtual.

– e quais os benefícios da colonoscopia virtual.

 

O que é a colonoscopia?

A colonoscopia é um procedimento feito para examinar o interior do reto e cólon. Ele é feito com a introdução de um tubo flexível longo e fino, no ânus, e que chega até o final do intestino delgado. Este tubo é chamado colonoscópio e em sua ponta há uma microcâmera que capta imagens, repassadas para a tela de um monitor. A câmera pode girar e se mover em vários ângulos, o que permite ao médico uma observação bastante completa do interior do cólon. A técnica faz a visualização e gravação das imagens e possibilita também a remoção de pólipos intestinais e a biópsia de lesões suspeitas.

 

Para que é recomendada?


A colonoscopia proporciona uma ampla visualização do intestino, por isso, ela costuma ser recomendada como um exame para diagnóstico de uma série de doenças que podem atingir essa parte do corpo:

– para acompanhamento de pólipos intestinais,

– rastreio de câncer de cólon,

– investigação de sangramento intestinal,

– mudanças nos hábitos intestinais, como diarreia ou constipação,

– dores abdominais sem causa definida,

– investigação de anemia ferropriva;

– e ainda para confirmar resultados de outros exames, como tomografias, ultrassonografias e radiografias.

Em geral, em pacientes que não têm sintomas específicos, a colonoscopia é indicada a partir dos 50 anos de idade. No entanto, para aqueles com histórico na família de casos de câncer no intestino, o ideal seria começar já por volta dos 30 anos. Mas o importante é ter o recomendação do médico que acompanha a sua saúde. Read more “Quer saber o que é a colonoscopia virtual?”

Protetor de tireoide: é necessário usar na mamografia?

Uma dúvida recorrente de muitas pacientes na hora de fazer a mamografia é se precisa ou não usar o protetor de tireoide. Essa questão acaba aparecendo porque muitas mulheres têm a preocupação que a radiação emitida pelo equipamento que faz o exame possa causar câncer na tireoide. Fato que já foi devidamente descartado pela Sociedade Brasileira de Mastologia. Para esclarecer esse assunto, neste post nós vamos lhe o que é o protetor de tireoide e quais os verdadeiros fatos sobre a necessidade do seu usado durante o exame de mamografia.

 

O que é o protetor de tireoide?

O protetor de tireoide é uma placa de chumbo em forma de um grande colar, que é colocado no pescoço da pessoa. O chumbo é um metal de alta densidade e serve como isolante em exames de raio X. Por isso, ele é utilizado para proteger os pacientes que precisam fazer exames onde há radiação direta no pescoço. Situação que NÃO ocorre na mamografia, já que os raios emitidos são direcionados principalmente para os seios.

 

Radiação extremamente baixa

De acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia, não existem dados consistentes que demostrem que uma mulher submetida a mamografia tenha aumento do risco do câncer de tireoide. A dose de radiação para a tireoide durante a mamogragia é extremamente baixa, menor que 1% da dose recebida pela mama. Com base nesses dados, o risco de indução de câncer de tireoide, após uma mamografia é insignificante: menos de 1 caso a cada 17 milhões de mulheres que realizarem mamografia anual entre 40 e anos anos.

Além de não trazer qualquer benefício nessa situação, o protetor de tireoide ainda pode interferir no posicionamento da mama e gerar sobreposição, fatores que podem reduzir a qualidade da imagem, interferir no diagnóstico e gerar a necessidade de repetição de exames.

Por todas essas razões, o Colégio Brasileiro de Radiologia, a Sociedade Brasileira de Mastologia e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia não recomendam o uso de protetor de tireoide em exames de mamografia, seguindo o mesmo posicionamento de importantes e reconhecidas entidades internacionais.

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5 cuidados antes de começar uma atividade física

Fazer uma atividade física traz benefícios comprovados para o corpo e a mente. Mas antes de iniciar algum tipo de exercício físico, é importante ter uma série de cuidados, para que os efeitos sejam realmente benéficos e não tragam prejuízos para a sua saúde.

Neste post, nós vamos lhe mostrar a importância das atividades físicas e as medidas que devem ser observadas antes de começar qualquer prática.

Os benefícios dos exercícios

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, quem treina no mínimo 150 minutos de intensidade moderada de atividade aeróbica por semana (correr, pedalar, andar, dançar, nadar, etc.) pode melhorar as funções cardíacas e respiratórias e reduzir a ocorrência de determinadas doenças crônicas.

Evidências mostram que comparado com adultos de pouca atividade física, adultos que são mais ativos têm menores chance de:

  • toda causa de mortalidade,
  • doença coronariana,
  • hipertensão arterial,
  • infarto,
  • diabetes tipo 2,
  • síndrome metabólica,
  • câncer de mama e colo de útero,
  • e depressão.

Mas antes de partir para a prática e aproveitar todos esses ganhos que podem ser conquistados para a sua saúde, é importante adotar alguns critérios. Nós vamos lhe mostrar 5 cuidados antes de iniciar os exercícios físicos:

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Informações para viver mais e com melhor qualidade de vida

A expectativa de vida do brasileiro cresce a cada ano. A pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no final do ano passado mostra que de 2015 para 2016, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer passou de 75,5 para 75,8 anos, o que representa um acréscimo de três meses e onze dias. Santa Catarina é o estado que apresenta a maior expectativa de vida, com 79,1 anos.

Para viver cada vez mais e melhor, o ideal é ter uma vida saudável, que inclua prevenção e cuidados gerais com o corpo e a mente.

A rotina cada vez mais atribulada, com conectividade acelerada, prazos mais curtos a cumprir e pressão por todos os lados, está levando muita gente a buscar um equilíbrio para conseguir viver melhor nesse contexto atual. Por conta dessa necessidade, muitas pessoas procuram cada vez mais informações sobre cuidados médicos e a saúde em geral. Read more “Informações para viver mais e com melhor qualidade de vida”