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O que é hipertensão?

O que é?

A pressão sanguínea é a força que o sangue exerce sobre as paredes dos vasos sanguíneos. O coração bombeia sangue para as artérias (vasos sanguíneos), que levam o sangue para o corpo todo. A pressão alta, também chamada de hipertensão, é perigosa porque faz o coração trabalhar mais para bombear o sangue para o corpo. Isso contribui para o endurecimento das artérias (arteriosclerose) e para o desenvolvimento de uma parada cardíaca.

O que é uma pressão sanguínea normal?

Há muitas categorias de pressão sanguínea:
Normal: menos de 120/80 Pré-hipertensão: 120-139/80-89
Hipertensão 1: 140-159/90-99
Hipertensão 2: 160 e acima/100 e acima

Quem está com a pressão acima do nível normal deve procurar um médico para saber como baixá-la.

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Como tratar a pressão alta?

Tratamento

A recomendação número 1, para todos os hipertensos, é mudar o estilo de vida. Uma deita adequada associada a uma rotina de exercícios, opera verdadeiros milagres. Alguns pacientes, claro, precisam tomar remédios, às vezes pelo resto da vida. Mas o tratamento leva em conta vários fatores de risco, como tabagismo, níveis de colesterol e história familiar do paciente  .Mudanças de vida. Um ponto crítico na prevenção e tratamento da hipertensão é ter um estilo de vida saudável.

Você pode baixar sua pressão com as seguintes alterações:

  • Perder peso, caso você esteja acima do seu peso ideal
  • Parar de fumar
  • Ter uma dieta saudável
  • Reduzir a quantidade de sódio na sua alimentação para uma colher de chá por dia
  • Fazer exercícios aeróbicos regularmente (como uma caminhada mais rápida por 30 minutos pelo menos, várias vezes na semana) Reduzir a ingestão diária de álcool para duas doses no caso dos homens, e uma para as mulheres

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Hábitos mais saudáveis

A detecção precoce do câncer evitaria pelo menos 40% das mortes causadas pela doença, segundo pesquisa divulgada nesta semana pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). A divulgação vem em hora oportuna, já que nesta sexta-feira (27) é o Dia Nacional de Combate ao Câncer. O estudo apontou ainda a estimativa de incidência do câncer no Espírito Santo: 9.340 novos casos em 2010. Entre eles, o de próstata (1.040) e o de mama nas mulheres (820) devem ser os mais notificados.

Entretanto, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a mudança de hábitos e atitudes saudáveis no dia-a-dia pode contribuir para que esse número seja menor nos próximos anos, já que, com exceção das predisposições genéticas, muitos dos casos de câncer estão diretamente ligados ao estilo de vida. A falta de tempo, o tabagismo, o estresse e os hábitos modernos, como comidas prontas e o sedentarismo, são algumas das principais causas da doença.

“A população deve mudar sua maneira de viver, criando hábitos mais saudáveis. É preciso que as pessoas, principalmente os mais jovens, se conscientizem dos malefícios do cigarro, das comidas processadas e enlatadas, do álcool e também da exposição excessiva ao sol sem proteção”, afirma a coordenadora da Sesa na área, Rita Rocha. Cuidar da alimentação, praticar exercícios físicos, ficar longe de cigarro é álcool e se proteger com filtros solares são atitudes simples que contribuem para a saúde.

Diagnóstico

O diagnóstico precoce também é importante para que o paciente tenha sucesso no tratamento. “Se detectado cedo, a doença tem mais chances de cura e é possível evitar óbitos”, afirma a coordenadora. Em 2008, 3.207 pessoas morreram em decorrência de algum tipo de câncer no Espírito Santo.

Por isso, de acordo com Rita Rocha, é importante que a pessoa fique atenta ao aparecimento de algum sintoma persistente. No caso das crianças, são os pais que devem observar o surgimento de problemas de saúde. “Ao apresentar algum tipo de problema de saúde constante, a pessoa deve procurar atendimento médico imediatamente para a realização dos exames para diagnóstico”, recomenda Rita Rocha.

Para ela, também não devem ser esquecidos os exames de rotina, como exame de mamografia, do colo do útero e da próstata. Em caso de diagnóstico positivo, o paciente é encaminhado para tratamento na rede de alta complexidade oncológica (cirurgia, quimioterapia e radioterapia), referenciada para o atendimento de câncer.

[Fonte: radiopiumafm.com.br]

Diagnóstico tardio da Aids aumenta o índice de mortalidade do paciente

Embora os números relacionados à Aids no Brasil tenham, num panorama geral, se estabilizado nos últimos anos, um dado publicado em janeiro de 2011 pela Universidade de São Paulo (USP) ainda é preocupante. Segundo pesquisa conduzida pelo especialista, Alexandre Grangeiro, 40% da mortalidade de Aids está relacionada ao diagnóstico tardio da doença.

Ainda que os dados do Ministério da Saúde (MS) mostrem que a sobrevida de pacientes com Aids tenha dobrado nos últimos anos – saltou de quatro anos e nove meses em 1995 para nove anos em 2008, e que a epidemia siga estável no país, com uma média de 20 casos a cada 100 mil habitantes, com uma especial redução de casos entre crianças menores de cinco anos – a detecção tardia da enfermidade ainda é um fator que precisa ser combatido.

Diagnóstico de risco

De acordo com a pesquisa da USP, o perfil dos pacientes que recebem o diagnóstico tardio da doença é em sua maioria homens, com faixa etária acima de 40 anos, residente nas regiões Norte e Nordeste.

Contribuem para o diagnóstico tardio tanto a dificuldade em acesso a alguns serviços de saúde por parte da população, em especial pelo perfil traçado no estudo, e a consequente demora no retorno do exame e a resistência que a sociedade ainda tem em procurar ajuda médica pelo estigma que a doença ainda envolve, conforme afirma o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco.

Tarde demais

Traduzindo em números, uma pessoa que inicia tardiamente o tratamento tem 49 vezes mais chances de morrer do que alguém que inicia no tempo adequado. De acordo com a mecânica usada na pesquisa, é considerado tardio o diagnóstico do paciente que já apresenta um comprometimento do sistema imunológico, uma contagem das células CD4 inferior a 200 células/mm³ ou uma doença associada à Aids.

Por outro lado, o fim do diagnóstico tardio traria uma grande redução na mortalidade por Aids, equivalente à obtida com o início do uso dos remédios antiaids, como avalia o pesquisador responsável pelo estudo da USP, Alexandre Grangeiro. Com os antirretrovirais, a taxa de mortalidade pela doença foi reduzida em 43%. Se o diagnóstico tardio fosse superado, essa queda poderia chegar a 62,5%. “A identificação de pacientes poderia ter poupado a vida de 17 mil pessoas em quatro anos”.

Calvície precoce pode estar relacionada ao câncer de próstata

Um novo estudo pode deixar quem tendência à calvície com os cabelos em pé, com o perdão do trocadilho. Uma pesquisa feita na França, divulgada em fevereiro de 2011, publicada pela revista Annals of Oncology, afirma que homens com calvície precoce, entendida por aquela que ocorre na faixa dos 20 anos, têm maior risco de desenvolver câncer de próstata.

O estudo comparou 669 homens, dentre os quais, 388 tinham câncer de próstata, e observou que a porcentagem dentre aqueles que começaram a ficar calvos próximo aos 20 anos era duas vezes maior que nos demais.

A chamada alopecia androgênica – queda de cabelo que possui causa genética – tem uma relação hormonal com a testosterona, assim como o câncer de próstata, como afirma o médico titular da Sociedade Brasileira de Urologia, Ricardo Felts de La Roca (CRM 28886): “O desbalanço hormonal é um consequência do câncer de próstata”.

Testosterona

Um dos fatores que pode explicar a calvície são os altos níveis de testosterona. Esse hormônio masculino também pode acionar uma célula que seja predisposta a desenvolver o câncer de próstata a se reproduzir com mais velocidade: “Quanto mais testosterona circulante, maior probabilidade de câncer de próstata, desde que o organismo seja predisposto à doença”, afirma de La Roca.

Em outras palavras, isso quer dizer que em pessoas que possuem uma espécie de gatilho para a produção de células anômalas, que são as responsáveis pela formação do tumor, esse hormônio masculino acelera a duplicação das células prostáticas, podendo potencializar o crescimento do câncer.

Alerta e prevenção

A pesquisa mostra que há uma ligação, porém, não quer dizer que todo homem que tenha sinais de calvície precoce venha a desenvolver câncer de próstata. Para o especialista, a recomendação é que esses homens procurem fazer um acompanhamento mais cedo, com exames preventivos, como o de sangue e o de toque.